Cirurgia Íntima

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CIRURGIA INTIMA OU VAGINOPLASTIA
É o procedimento cirúrgico indicado para corrigir alteração da estética vaginal.

A mulher pode ter uma linha facial, volume nas maçãs e linha mandibular contribuindo para uma face harmoniosa e perfeitas. Mamas com boa projeção e harmoniosa com a sua altura e largura do tórax, abdômen definido, coxas e bumbum sem gordura localizada, ou celulite, tudo isso traz plena felicidade para a mulher.

Estes predicados estéticos e virtudes não são suficientes para sua auto estima, desde que o aspecto genitais não lhes agrada, de tal forma que estas deformidades físicas indiretamente poderão trazer-lhe problemas de ordem emocional desde uma insatisfação até dificuldades no relacionamento sexual.

 

Podemos emunerar as cirurgias íntimas mais comuns e ao alcance dos cirurgiões plásticos:
1 – Hipertrofia dos lábios vaginais
É uma má formação congênita caracterizada por lábios vaginais muito grandes, impedindo a mulher do uso de calças de lycra, bermudas apertadas, biquínis justos,

Além do aspecto desgracioso que uma hipertrofia nos lábios vaginais pode provocar, devemos levar em consideração, também o fato de que pode levar a grandes dificuldades no ato sexual, dificultando a penetração, até provocando pequenas lesões na mucosa vaginal.

O procedimento cirúrgico – Ninfoplastia
É feito com anestesia local e consta na diminuição dos lábios através de uma pequena cirurgia não deixando cicatriz visível e sem perda as sensibilidade.

 

2 – Hipertrofia da região pubiana ou monte de vênus volumoso

Tem como causa o excesso de gordura localizada sobre a região pubiana.

Esta deformidade dificulta a mulher usar biquíni justo, acentuando esta região, dando um aspecto bizarro e como conseqüência indireta problemas emocionais.

Reparação consta de uma pequena lipoaspiração nesta região com a finalidade de nivelar o púbis em relação ao abdômen.

3 – Hipoplasia vaginal

È comum em mulheres idosas caracterizado pelo murchamento vaginal causando aspecto antiestético, problemas emocionais.

A bioplastia através do enxerto de gordura retirado da própria paciente através de uma pequena lipoaspiração de áreas doadoras (como face interna do joelho ou abdômen ou material de preenchimento como PMMA-polimetilmetracrilato à 2%) restauram o volume dos lábios vaginais e a recuperação anatômica da região.

A cirurgia é feita com anestesia local e o retorno as atividades pode ser imediato.

 

4 – Alopecia ou perda de cabelo da região pubiana

A perda de pêlos púbicos é comum nas mulheres, principalmente na faixa etária á partir dos 50anos.

A correção é feita com implante de cabelos da própria paciente, restaurando a área com poucos pêlos.

 

5 – Hiperpigmentação da mucosa vaginal

É o escurecimento da mucosa da vagina, devido ao excesso de hormônio pós parto é um problema muito comum em várias regiões do corpo (face, vagina etc) a correção é feita com uma pequena cirurgia, onde o cirurgião plástico resseca um fuso de mucosa dos lábios escurecidos com anestesia local.

Todos esses procedimentos são realizados sem internação hospitalar, com anestesia local, os pontos caem sozinhos e o ato cirúrgico em media é de 30 à 45 minutos e permitem um retorno as atividades sexuais em aproximadamente 20 à 30 dias.

Estes procedimentos além de corrigir a deformidade física, melhoram o lado psicológico das pacientes, que passam a se sentir mais seguras de si, contribuindo enormemente para o desempenho sexual e pessoal.

 

6 – Estreitamento vaginal (perineoplastia)

Em geral, as mulheres que tiveram parto normal e aquelas com mais idade costumam apresentar alargamento relaxamento da com perda a elasticidade normal vaginal, a correção é feita através da retirada de um pedaço da mucosa e fechamento do músculo.
Abstinência sexual de 45 dias.

O desenvolvimento dos lábios vaginais é genético, porem existem casos provocados pelo uso de anabolizantes com o objetivo de ganhar massa muscular. Estes hormônios masculinos, provocam com efeito colateral na mulher um aumento do clitóris e dos pequenos lábios.
Pouquíssima divulgada e rodeada de tabus, a cirurgia intima tem sido cada vez mais procurada por mulheres, principalmente, mas também por homens.
Além das cirurgias citadas temos a procura do peeling para clarear a região perianal, preenchimento, mini lifting do púbis (flacidez e ptose) e até implante capilar. O homem procura para redução da flacidez da bolsa escrotal e para aumentar o pênis.

 

RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS

1. Não deixar de comunicar ao Clínico Cardiologista, durante a avaliação do risco cirúrgico, eventual uso de qualquer droga (medicamentosa ou não), cigarro ou demais tipos de fumo, álcool etc.

2. Comunicar ao cirurgião, até dois dias antes da cirurgia, qualquer ocorrência de gripe, período menstrual, indisposição etc.

3. Trazer para a Clínica a relação da medicação eventualmente usada nos 7 dias que antecedem a cirurgia, bem como o medicamento que estiver usando sob a autorização do Clínico Cardiologista.

4. Se a cirurgia estiver marcada para as 8hs, apresentar-se na Clínica em jejum de sólidos e líquidos desde as 22hs do dia anterior. Se a cirurgia for marcada para às 13 hs, terminar o lanche o mais tardar às 8hs, o qual poderá constar de uma xícara de café, leite ou suco, e ainda 2 bolachas.

5. Programar suas atividades sociais, domésticas ou escolares, de modo a não se tornar indispensável a terceiros por um período de aproximadamente duas semanas.

 

RECOMENDAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

1. Evitar qualquer esforço maior por 15 dias.

2. Levantar-se tantas vezes quantas lhe forem recomendadas por ocasião da alta hospitalar, cumprindo os períodos de permanência sentada, bem como evitar escada ao máximo possível.

3. Não molhar o curativo nos primeiros 6 dias.

4. Não se expor ao sol ou à friagem por um período mínimo de 3 semanas. Ao se expor ao sol passar nas manchas roxas.

5. Andar em ligeira flexão do tronco (curvada(o)), a passos curtos durante os sete primeiros dias.

6. Não fazer qualquer tipo de compressas sem a permissão médica, uma vez que a insensibilidade cutânea do abdômen nesse período pode induzir a queimaduras.

7. Comparecer à Clínica para os curativos subsequentes nos dias e horários estipulados.

8. Salvo em casos especiais, definidos por escrito, manter a alimentação normal, deixando para fazer dieta ou regime de emagrecimento somente após liberação médica. A antecipação dessa conduta poderá determinar conseqüências de difícil correção.

9. Malgrado à provável sensação de bem estar após alguns dias, manter a contenção de esforços até o 30º dia. A euforia pode levar a esforço inoportuno e conseqüentes transtornos.

10. Não dirigir no dia da alta hospitalar.

11. Obedecer à prescrição médica e o pós-operatório por 03 (três) meses até o cirurgião dar alta definitiva.

12. Fazer fotografias de pós-operatório aos 03 (três) meses.

13. Qualquer desconforto no uso da cinta, não usar e comunicar ao seu médico.

14. Caso o paciente não seguir estas orientações caracterizará abandono